terça-feira, agosto 16, 2005

O elefante que não vi - parte I



Já estou de volta ao Brasil desde a noite de 11 de agosto, ainda tentando me adaptar ao fuso horário brasileiro, que pegou mais pesado do que o da Tailândia (são 10 horas de diferença). Logicamente não deu pra fazer as atualizações enquanto Alexandre e eu estivemos por lá. Impossível. É que a capacitação foi muito puxada, praticamente todos os dias tínhamos que acordar as 06 da manhã, com intervalo de apenas 1 hora para o almoço de cada dia. Só bem no final da tarde estávamos todos liberados, de tal forma que eu aproveitava o resto do dia, ou melhor, o resto da noite, ou para dormir ou para sair fazendo compras (presentes) ou para conhecer um pouco de Bangkok Então é claro que optei por não ficar em frente a um computador, muito menos para atualizar esse blog, seria um desperdício de tempo, eu deixaria de aproveitar o resto dos dias para conhecer mais sobre a cultura tailandesa. Boralá que esta semana começo a contar como foi cada dia da capacitação, além de alguns episódios, como o hilário episódio das escadas automáticas, referente ao dia em que por descuido me perdi dentro de um shopping no centro de Bangkok (estou até me lembrando das gargalhadas da Tonia Astorga, minha parceira de quarto de hotel). Por hoje fica só esse aviso e a marca da saudade de um elefante de verdade que não vi, restando apenas me contentar com suas inúmeras estátuas em vários pontos das 3 cidades da Tailândia nas quais estive. A foto é uma delas, em que estou ao lado de uma estátua de elefante, que fica na entrada de um dos inúmeros restaurantes - o restaurante em que todos os selecionados do BID tomavam seus cafés da manhã e alguns almoços - dentro do hotel onde estive hospedada, o Asia Hotel. Reparem na cor de cada um, pois uma amiga minha disse que Chocolate e Pimenta se combinam. O elefante é o chocolate; eu, a Pimenta :-)
PS.: a foto data de 27 de julho, dia da chegada em Bangkok, no Asia Hotel.